quinta-feira, 24 de maio de 2007

Formato XML

XML – Oque é?

XML - Extensible Markup Language


Extensible Markup Language (XML) é linguagem de marcação de dados (meta-markup language) que provê um formato para descrever dados estruturados. Isso facilita declarações mais precisas do conteúdo e resultados mais significativos de busca através de múltiplas plataformas. O XML também vai permitir o surgimento de uma nova geração de aplicações de manipulação e visualização de dados via internet.
O XML permite a definição de um número infinito de tags. Enquanto no HTML, se as tags podem ser usadas para definir a formatação de caracteres e parágrafos, o XML provê um sistema para criar tags para dados estruturados.
Um elemento XML pode ter dados declarados como sendo preços de venda, taxas de preço, um título de livro, a quantidade de chuva, ou qualquer outro tipo de elemento de dado. Como as tags XML são adotadas por intranets de organizações, e também via Internet, haverá uma correspondente habilidade em manipular e procurar por dados independentemente das aplicações onde os quais são encontrados. Uma vez que o dado foi encontrado, ele pode ser distribuído pela rede e apresentado em um browser como o Internet Explorer 5 de várias formas possíveis, ou então esse dado pode ser transferido para outras aplicações para processamento futuro e visualização.

Objetivos do XML
Estimulado pela insatisfação com os formatos existentes (padronizados ou não), um grupo de empresas e organizações que se autodenominou World Wide Web Consortium (W3C) começou a trabalhar em meados da década de 1990 em uma linguagem de marcação que combinasse a flexibilidade da SGML com a simplicidade da HTML. O principio do projeto era criar uma linguagem que pudesse ser lida por software, e integrar-se com as demais linguagens. Sua filosofia seria incorporada por vários princípios importantes:
Separação do conteúdo da formatação
Simplicidade e Legibilidade, tanto para humanos quanto para computadores
Possibilidade de criação de tags sem limitação
Criação de arquivos para validação de estrutura (Chamados DTDs)
Interligação de bancos de dados distintos
Concentração na estrutura da informação, e não na sua aparência
O XML é considerado um bom formato para a criação de documentos com dados organizados de forma hierárquica, como se vê frequentemente em documentos de texto formatados, imagens vetoriais ou bancos de dados.
Pela sua portabilidade, um banco de dados pode através de uma aplicação escrever em um arquivo XML, e um outro banco distinto pode ler então estes mesmos dados.

Comparações entre HTML e XML

HTML e XML são primos. Eles derivam da mesma inspiração, o SGML. Ambos identificam elementos em uma página e ambos utilizam sintaxes similares. Se você é familiar com HTML, também o será com o XML. A grande diferença entre HTML e XML é que o HTML descreve a aparência e a ações em uma página na rede enquanto o XML não descreve nem aparência e ações, mas sim o que cada trecho de dados é ou representa ! Em outras palavras, o XML descreve o conteúdo do documento !
Como o HTML, o XML também faz uso de tags (palavras encapsuladas por sinais '<' e '>') e atributos (definidos com name="value"), mas enquanto o HTML especifica cada sentido para as tags e atributos (e frequentemente a maneira pela qual o texto entre eles será exibido em um navegador), o XML usa as tags somente para delimitar trechos de dados, e deixa a interpretação do dado a ser realizada completamente para a aplicação que o está lendo. Resumindo, enquanto em um documento HTML uma tag indica um parágrafo, no XML essa tag pode indicar um preço, um parâmetro, uma pessoa, ou qualquer outra coisa que se possa imaginar (inclusive algo que não tenha nada a ver com um p como por exemplo autores de livros).
Os arquivos XML são arquivos texto, mas não são tão destinados à leitura por um ser humano como o HTML é. Os documentos XML são arquivos texto porque facilitam que os programadores ou desenvolvedores "debuguem" mais facilmente as aplicações, de forma que um simples editor de textos pode ser usado para corrigir um erro em um arquivo XML. Mas as regras de formatação para documentos XML são muito mais rígidas do que para documentos HTML. Uma tag esquecida ou um atributo sem aspas torna o documento inutilizável, enquanto que no HTML isso é tolerado. As especificações oficiais do XML determinam que as aplicações não podem tentar adivinhar o que está errado em um arquivo (no HTML isso acontece), mas sim devem parar de interpretá-lo e reportar o erro.


Aplicações do XML

Dentre os vários exemplos que podem ser dados estão:
· Aplicações em XHTML (http://www.w3.org/TR/xhtml1/): Se resume na inserção de "data islands" XML em documentos html 4.0 formando o que se tem como padrão do W3C o XHTML.
"XMalização" de documento HTML 4.0 pelo W3C. Exemplo de um XHTML:

· Aplicações em CML (Chemical Markup Language, http://www.xml-cml.org/ ):
Este é um exemplo de um trecho de um documento CML: C O H H H H-0.748 0.558 -1.293 -1.263 -0.699 0.716

· Aplicações em previsões de tempo (Weather Observation Markup Language).
· Aplicações de voz interativas (Extensible Phone Markup Language - XPML)


Conclusão

O XML tem sido muito comentado e analisado e parece ser:
· quente (movimenta muito dinheiro!?).
· o padrão para apresentação de informação da WEB.
· sustentado e apoiado por muitas ferramentas genéricas.
Além disso, muitos desenvolvedores renomados de aplicativos para Internet, como Microsoft e Netscape, estão investindo em softwares e pesquisas nesse ramo.
Por XML deve-se intender meramente uma notação de texto hierarquicamente estruturado.

Luís Lemos nº 37

Nelson Silva Nº 78

Delcio Dias Nº 33

Rui Saraiva Nº 47

Dacia Costa Nº 30

Rui Vieira Nº 45

Valerio Machado Nº 50

Nicole Pimentel Nº 40



Um comentário:

Carla disse...

Nesta postagem existem palavras k não existem em português standard... serão vocês capazes de explicar com outra linguagem o k escreveram?

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